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Análise: Gabriel Mec assume protagonismo e tem potencial para acabar com dor antiga do Grêmio

  • 18 de mar.
  • 1 min de leitura

Atualizado: 27 de abr.


Gabriel Mec curou, ao menos por ora, uma dor de cabeça antiga do Grêmio e do técnico Luís Castro. A vitória por 1 a 0 sobre o Coritiba, na tarde deste domingo, na Arena, encerrou o jejum de cinco jogos sem vencer no Campeonato Brasileiro e indicou uma potencial resposta para um problema crônico do clube: a falta de um meia capaz de organizar o jogo.


Pela segunda partida consecutiva, Mec foi o protagonista. Escalado como meia central, o jovem de 18 anos marcou o gol da vitória ainda no primeiro tempo e teve participação constante na construção ofensiva. Atuando entrelinhas, com liberdade para flutuar pelos lados e se aproximar dos atacantes, mostrou naturalidade em uma função que o Grêmio tenta preencher desde os tempos de Mano Menezes e Gustavo Quinteros. Tentativas não faltaram. Só sob o comando de Luís Castro, passaram pela posição nomes como Cristaldo e Edenílson — ambos já fora do clube — Monsalve, William e, por fim, o próprio Mec. O que funcionou diante do Confiança, pela Copa do Brasil, voltou a dar resultado no Brasileirão e sinaliza a consolidação de um sistema que depende, sobretudo, de equilíbrio coletivo.

 
 
 

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